Nos tempos da escola

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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Site divulga fotos escolares de Cameron Diaz, Madonna, Beyoncé e diversos famosos

O site "Manofest" divulgou fotos de famosos retiradas dos álbuns escolares de diversas personalidades da música, do cinema e da televisão.

Nas imagens, é possível ver famosos como Madonna, Beyoncé, Katy Perry e até Marilyn Manson bem antes da fama.


Editora Globo
Avril Lavigne abandonou os óculos de grau após a fama


Editora Globo
Beyoncé exibia um cabelo bem diferente nos tempos de escola


Editora Globo
Cameron Diaz é outra que mudou bastante quando o assunto é cabelo


Editora Globo
George Clooney já exibia um ar de galã mesmo nos tempos do colégio


Editora Globo
Katy Perry pouco mudou da época em que estudava para cá


Editora Globo
Já Madonna, quanta diferença...


Editora Globo
Marilyn Manson era um estudante comum antes de se tornar um personagem excêntrico


Editora Globo
Ryan Seacrest abandonou o visual nerd

Com novo visual, Yasmin Brunet desfila em São Paulo

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Daniela Cicarelli e Guilhermina Guinle assistiram às novidades da grife de Lu Monteiro.

Com novo visual, Yasmin Brunet desfilou para a grife de Lu Monteiro nesta quarta-feira, 22, em São Paulo. Daniela Cicareli e Guilhermina Guinle acompanharam tudo da plateia.

Francisco Cepeda/.Ag News
Yasmin Brunet

Francisco Cepeda/-Ag news
Yasmin Brunet

Francisco Cepeda/.Ag News
Daniela Cicarelli e Guilhermina Guinle

Futuro papai, Max Porto posa com a mão na barriga da namorada

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Ex-BBB divulgou em sua página no Twitter imagem em que Kah Pinheiro aparece com a barriguinha de três meses de gestação.

Futuro papai, Max Porto posou com a mão na barriga de três meses de gestação da namorada Kah Pinheiro. O ex-BBB divulgou a imagem nesta quinta-feira, 23, em sua página no Twitter.

Twitter /Reprodução
Entre amigos, MAx Porto posa com a mão na barriga da futura mamãe

Twitter /Reprodução
Max Porto com a namorada Kah Pinheiro e amigos

Por onde anda Giorgio Cantarini, o menininho de 'A vida é bela'?

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domingo, 19 de setembro de 2010

Após participar de dois filmes vencedores de Oscar quando criança, ele foi estudar na Toscana, onde mora, e participou de mais dois filmes italianos.


Divulgação/Divulgação
Giorgio Cantarini em 'A vida é bela' e adolescente em 'Il giorno, la notte. Poi l'alba'

Giorgio Cantarini emocionou o mundo no fim dos anos 90 como Giosué, o menininho judeu de "A Vida é Bela" ("La vita è bella", 1997) que acreditava, incentivado pelo pai, que as privações de um campo de concentração nazista eram apenas um jogo. O filme, dirigido e estrelado por Roberto Benigni, foi o primeiro trabalho do italianinho, na época com apenas cinco anos.

Divulgação/Divulgação
Giorgio Cantarini

"Eu era pequeno, não me lembro muito. Era cansativo, mas também divertido. Roberto (Benigni) e Nicoletta (Braschi) foram muito gentis comigo", disse, 10 anos após o filme, em entrevista ao jornal "Corriere de la serra".

Tremendo sucesso, a trama foi indicada e ganhou diversos prêmios importantes. Entre eles, o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1999, acabando com as esperanças brasileiras em "Central do Brasil". Pé quente, o pequeno Giorgio participou de outro campeão do Oscar, o "Gladiador". Na produção de 2000, ele era filho de Maximus, personagem de Russell Crowe. Ainda criança fez um filme para a TV americana baseado na biografia do escritor Eric Newby e parou de atuar.

Em 2005, participou da Dança dos Famosos italiana, que vai ao ar pelo canal RAI. Numa edição só com jovens chamada "Ballando com le Stelline", ele competiu, mas não ganhou.

Cantarini só voltou a atuar adolescente, ao fazer dois filmes italianos: "Il giorno, la notte. Poi l'alba" (2007) e uma ponta em "Il mattino ha l'oro in bocca" (2008). Atualmente, com 18 anos, o ator mora em Florença, na Itália, com seu pai, mas visita a mãe quando pode em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Ao jornal "Corriere", o adolescente, que na época da entrevista tinha acabado de entrar no Liceu Clássico (correspondente ao ensino médio italiano), confessou que pensa em investir na carreira de ator. "Às vezes penso (em ser ator)", disse ele. "Por enquanto quero me dedicar a isso (o Liceu), mas gosto de estar em um set. Outro filme com Roberto? Claro que faria. Agora mesmo."

Divulgação  /Divulgação
Giorgio Cantarini com Roberto Benigni e Nicoletta Braschi em 'A vida é bela'

Ben Affleck e Jennifer Garner torcem pela filha durante partida de futebol

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Atores aproveitaram o dia ao lado da garotinha em Brentwood, na Califórnia

Splash News

Ben Affleck e Jennifer Garner organizaram uma torcida pela filha mais velha, Violet, durante uma partida do time de futebol da garotinha. De acordo com o site da agência "Splash", o casal de atores conseguiu conciliar as agendas e aproveitou a tarde em família, em um campo de Brentwood, na Califórnia, neste final de semana. Ao final do jogo, Ben Affleck paparicou a filha e a encheu de beijos. Seraphina, irmã mais nova de Violet, também participou do programa em família.

O ator está de volta aos Estados Unidos depois de divulgar o longa-metragem "The Town" nos Festivais de Cinema de Veneza e Toronto. Já Jennifer Garner curte férias do cinema após participar das filmagens do remake da comédia "Arthur, um Milionário Sedutor".

Splash News

Mirella Santos se esbalda com Latino em boate

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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Foto: Marcos Samerson/Divulgação

Depois de dançar o rebolation com Leo Santana, Mirella Santos voltou à boate Taj Lounge. Dessa vez com o namorado Latino a tiracolo. O casal assistiu ao show da dupla sertaneja Alan e Alisson e acabou no palco. Na companhia da amada, o cantor deu um show de mais de três horas e só saiu do local às 7h da manhã. No intervalo, Mirella posou ao lado do promoter Savanan Almeida.

Foto: Marcos Samerson/Divulgação

Foto: Marcos Samerson/Divulgação

Foto: Marcos Samerson/Divulgação

Susana Vieira participa de campanha em prol de crianças excepcionais

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A atriz posou para apoiar a causa 'Ser diferente é normal "

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A atriz Susana Vieira posou para a campanha "Ser diferente é normal" realizado pelo Instituto Meta Social. A ONG, que luta pela inclusão de pessoas portadoras de deficiências, fará no dia 22 de setembro um desfile com a presença de vários artistas, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Ensaio de Anna Kournikova

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O ensaio da tenista russa sairá na edição de outubro da revista 'Maxim Magazine'

Anna sairá na edição de outubro e aparecerá fazendo poses bem sensuais de biquíni. O ensaio da namorada do cantor Enrique Iglesiasainda terá um foto especial em 3-D.

Reprodução/Reprodução

Anna Kournikova


Reprodução/Reprodução

Anna Kournikova

Reprodução/Reprodução

Foto especial em 3-D

Gêmea do nado sincronizado se decepciona com Pato

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Bia tem um affair antigo com o jogador e havia combinado de encontrá-lo na Europa

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Caiu como uma bomba para a nadadora Bia o flagra de Alexandre Pato com a Miss Brasil Débora Lyra, na Itália. Débora está sendo apontada como a nova namorada de Pato.

Mas Bia, (que apesar de não confirmar), tem um affair mais antigo com o jogador, havia combinado de encontrá-lo na Europa.

A viagem estava marcada para os próximos dias.

Será que ela ainda vai?

A moça poderia se aconselhar com Sthefany Brito...

Gilberto Braga já entregou 36 capítulos de sua próxima novela, Insensato Coração

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Trama vai substituir Passione a partir de 17 de janeiro de 2011

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A data de estreia da novela Insensato Coração - caso Passione não seja esticada, lógico - já está marcada: 17 de janeiro de 2011 na Globo. E os trabalhos estão bem adiantados. O autor da trama, Gilberto Braga, contou que entregou muitos capítulos de seu folhetim das oito.

- Já entreguei ao Dennis Carvalho [diretor-geral da novela] 36 capítulos para ele trabalhar em cima.

As gravações estão previstas para começarem no fim deste mês, em Florianópolis (SC), onde se passa parte da trama. Só no fim de outubro começam as tomadas de cenas no Projac, na zona norte do Rio.

Detalhes centrais da trama ainda são mantidos em sigilo absoluto. Braga foi bem econômico diante de um pedido de resumo da novela.

- Não posso falar nada ainda.

O que se sabe é Gloria Pires e Fábio Assunção serão parceiros de vilanias. O personagem de Assunção (Leonardo) será do principal núcleo da trama. Será irmão do aviador feito por Eriberto Leão (Pedro) e filho de Raul (Antonio Fagundes) e Wanda (Natália do Vale). Os irmãos vão disputar o amor de Marina, designer interpretada por Ana Paula Arósio.

Também estão no elenco estelar da novela Fernanda Machado, Maria Clara Gueiros, Ana Beatriz Nogueira, Ana Lúcia Torre, Bete Mendes, Camila Pitanga, Cássio Gabus Mendes, Deborah Evelyn, Deborah Secco, Fernanda Paes Leme, Herson Capri, Hugo Carvana, Isabela Garcia, Jonatas Faro, Lázaro Ramos, Louise Cardoso, Luigi Baricelli, Milton Gonçalves, Nathália Timberg, Ricardo Pereira e José Wilker, que fará uma participação especial.

Namorado de Larissa Riquelme diz que tem ciúmes da modelo

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Casal está junto há dois meses e não pensa em casar tão cedo

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O namorado da modelo paraguaia Larissa Riquelme quase convenceu a todos de que não sente ciumes e não se incomoda com o sucesso da moça.

Mas, em conversa exclusiva, Koke admitiu que sente sim um pouco de ciúmes.

- Eu estou realmente muito feliz por ela. Por ela ser a modelo a levar o Paraguai para bem alto. Mas, como namorado, eu fico com ciúme.

Apesar de reconhecer que balança com tanto assédio para cima da amada, Koke diz que entende que isso faz parte do trabalho de Larissa e garante não se incomodar com os seguidores da musa da seleção paraguaia, tanto no Brasil quanto em sua terra natal.

- Profissionalmente não tem como ter ciúmes, eu acho o trabalho dela muito bom. No Paraguai todo mundo grita, comenta... e aqui no Brasil as pessoas também ficam atrás dela. E isso não me incomoda em nada.

Larissa e Koke, que também é modelo, se conheceram durante um ensaio para uma revista espanhola há dois meses.

Questionado se pretende se casar com a namorada, o rapaz afirma que no momento quer só trabalhar.

- Possivelmente, quem sabe né? Agora é só trabalhar mesmo... ela está lotada de viagens até o ano que vem.

Regina Casé: 'A televisão, hoje em dia, está mais parecida com a gente'

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Atriz fala de humor e do filme em homenagem ao avô famoso, Ademar Casé

Regina Casé é uma usina de realizações. Uma usina generosa, ressalta-se, como você poderá ver na quantidade de vezes que se refere a projetos próprios dizendo "a gente fez" ou "nós criamos", dando crédito a toda sua equipe. Com projetos para teatro, livros, filmes e programas na TV, ela conta tudo na mesma velocidade em que realiza. No papo que teve com a gente na Pindorama Filmes - que Regina mantém com o marido Estevão Ciavatta -, revela um olhar muito carinhoso com os comediantes brasileiros. Fala das mudanças (para a melhor) na televisão, que "retrata mais a gente", segundo ela. Conta que a personagem Tina Pepper, da novela Cambalacho(1986) a fez ser reconhecida na África recentemente. E recorda de forma tocante a homenagem que recebeu da escola de samba de São Paulo Leandro de Itaquera - Regina diz que o convite ocorreu em uma fase conturbada na vida pessoal, onde perdeu o pai, o diretor Geraldo Casé, e viu o marido sofrer um grave acidente.

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Regina Casé, na casa da Pindorama Filmes, fala de influências e da TV feita hoje em dia (Foto: Saulo Frauches/TV Globo)

O que você está curtindo ver na televisão hoje? O que te instiga?
Regina Casé - Eu gosto do Profissão Repórter. É um programa que, se [eu] fosse um pouco mais jornalista, estaria fazendo. Sinto muita afinidade com outros programas que a gente fez, só que eles têm uma característica jornalística mesmo. Isso de trabalhar com muita gente mais nova, gente que não tem vício de televisão ainda...

E o que seria esse vício de televisão que você adora quando não encontra?
Regina Casé - Ah, eu acho que é uma relação com as pessoas totalmente emotiva, mesmo sendo um programa jornalístico. O frescor. Você se surpreender com cada pessoa, com cada coisa que acontece, se deixar envolver. Quando você já está muito calejada vai ficando mais frio em relação a isso tudo.

Uma das suas primeiras participações na TV Globo, que foi no Sítio do Picapau Amarelo, você trabalhou com o seu pai, o diretor Geraldo Case, né?
Regina Casé -
Isso.

E os primeiros trabalhos do seu pai foram com o seu avô [o radialista Ademar Casé]. Seguindo a lógica, sua filha vai trabalhar com você?
Regina Casé - Acho que não. Ela está fazendo desenho industrial, mídias digitais, já está quase terminando a faculdade e não está muito ligada nisso [na área de trabalho da mãe]. Você sabe que meu pai fazia televisão, meu avô fazia televisão e rádio e durante muito tempo eu fiz só teatro? A minha primeira entrevista para revista Veja tinha uma chamada grande e dizia assim: “Jamais trabalharei na Globo”. E trabalho há 35 anos. Eu achava que só ia fazer teatro alternativo e tal. Que não tinha nenhuma influência do meu avô, que eu não tinha nenhuma influência do meu pai, e hoje em dia eu fico impressionada com como sou feita da mesma massa, como tenho orgulho do meu pai ter feito o Sítio do Picapau Amarelo na TV Globo - a primeira versão. E o sítio era de verdade, os bichos eram de verdade, mesmo no fim de semana ele ia lá para ver se estava tudo bem. Essa paixão, esse nível de envolvimento, parece a gente. Até hoje, em tudo que eu faço na Globo, parece que eu estou no Asdrúbal [Trouxe o Trombone], que era um grupo alternativo de teatro. É sempre uma coisa totalmente nova, que eu nunca imaginei que eu ia estar fazendo. Ou na favela, ou no meio do mato, enfim, isso aí herdei do meu pai. E também a coisa empreendedora. Eu gosto do lado comercial. Muitas vezes tenho reunião na Globo no comercial, tenho reuniões em outras áreas. Eu comecei para ser uma atriz. Nem uma atriz [diz, com tom de desdém], porque uma coisa que é considerada ainda menor que atriz é uma humorista [risos]. Era comediante, humorista, depois virei atriz, depois virei atriz e entrevistadora, depois apresentadora e, depois de um tempo, eu me estabeleci como criadora. Muita coisa que eu faço hoje em dia na TV Globo nem tem a ver mais com o trabalho de atriz. Nem mesmo de apresentadora. Trazer novos talentos, trazer novas ideias, gente que está pensando em novas mídias, novas tecnologias. Gente que não só não trabalha na Globo, como, provavelmente, jamais viesse a trabalhar se não fossem por esses canais novos que a gente vai abrindo. Acabou virando um papel [meu].

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Regina Casé fala sobre o começo de sua carreira (Foto: Saulo Frauches/TV Globo)

Você ajuda a criar pontes entre mundos que não se falavam.
Regina Casé - É uma demanda clara. Muitas reuniões que eu tenho na Globo eles falam: “Regina o que a gente quer de você é isso. Transgressão, novidade.” Eu acabei ficando neste lugar. Às vezes dá a maior saudade. Eu adoro novela. Adoro ver novela e adoro fazer. Gosto de atuar, gosto de estar como atriz. E atuo pouquíssimo porque a vida foi me levando por este [outro] lado. Sempre tentei equilibrar as duas coisas, mas já vi que não consigo [risos].

Publicamos no site da Globo um quiz sobre novelas das sete e fez muito sucesso a sua foto de Tina Pepper, em Cambalacho. Como é fazer novela, encarar a reação do público?
Regina Casé - Adoro! Adoro! Para mim seriam férias no Havaí se fizesse uma novela agora. A responsabilidade do texto, da equipe e do elenco não é sua. Você chega lá e pronto. Faz o seu personagem. Quando eu vou inventar um programa, tipo Central da Periferia, Minha Periferia, Muvuca ou não sei mais o quê, sou responsável por uma equipe quase toda de novatos, de pessoas que tem mil questões em relação àquilo. E a Globo tem mil questões em relação àquelas pessoas também, porque são pessoas que não são da casa. Então, eu fico meio assim, gerindo uma porção de questões, além do fato de eu estar apresentando, criando o programa. Então eu sempre digo que, nas vezes que fiz novela, mesmo a última novela que eu fiz que foi As Filhas da Mãe ou séries como Som & Fúria ou Amazônia, parece que eu estou de férias. Não tenho que me preocupar com o figurino, com o cenário, com a equipe, se o cara da edição acha que está legal a coisa. É muito relaxante fazer só um personagem [risos].

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A Tina Pepper, de Cambalacho (1986), foi um sucesso da atriz nas novelas (Foto: Cedoc/TV Globo)

Como as pessoas interagem contigo fora da televisão?
Regina Casé - É muito engraçado. Você falou da Tina Pepper: fui, alguns anos atrás, à África e, quando cheguei em Moçambique, no aeroporto, todo mundo já gritava “Tina! Tina!”. Aí eu falei, “Ah, acho que está passando no Vale A Pena Ver de Novo, deve ser isso.” Então perguntei: “Quando é que passou essa novela?” Em 1986! E [Tina Pepper] nem era o protagonista da novela. Eu encontro até hoje milhares de pessoas que sabem a música inteira. Eu nem lembro da letra da música que ela cantava e conheço gente que nem assistia à novela, mas que ficou apaixonado pelo Youtube. Ela virou supercult e é um personagem que eu tenho o maior carinho. É impressionante como eu adorava fazer. E lá em Moçambique eu ouvi uma frase maravilhosa. Perguntei por que a Tina faz tanto sucesso lá. E eles falaram: “foi a primeira personagem negra em uma novela”. Achei incrível porque como ela [Pepper] era fã da Tina Turner, e a Tina Turner é negra, e eu estava com aquela peruca, eles não tiveram a menor dúvida. Identificaram-se totalmente. Fiquei muito feliz e muito honrada com isso.

Você se recorda de outro caso?
Regina Casé - Tem um programa que a gente faz há 10 anos no canal Futura, que muitas vezes foi exibido na Globo, que se chama Um Pé de Quê?. É um programa de identificação de árvores. Quando a gente apresentou este programa para o Futura, falaram: “Ah, é muito legal, mas dá pra fazer uns 10 ou 8, porque não é todo mundo que se interessa por botânica”. Este ano a gente está comemorando dez anos de Um Pé de Quê?. Já fizemos centenas de árvores. E aí, eu ando na rua e as pessoas falam “Regina, venha cá, olha a poda que fizeram com esta árvore”. Qualquer problema com qualquer árvore me ligam e mandam para o [meu] site. E também os problemas dos lugares. Como as séries que a gente fez de cidadania: limpar o cocô do cachorro, não jogar lixo no chão. Já tem também bastante tempo, eu ando na rua e está alguém com o cachorro. Eu olho [para ela] e a pessoa faz assim: “Olha!”, com o saquinho plástico na mão, e me mostra. Então é bem legal porque você vê que quase todas essas coisas que a gente fez, a gente se colocava politicamente e aquilo teve uma resposta. E esta resposta não é passageira. Às vezes, uma bobagem como limpar o cocô do cachorro, foram 10 minutos no Fantástico, repercute até hoje e mudou o comportamento. Naquela época ninguém levava saquinho. Hoje em dia é muito raro você ver alguém que saia sem o saquinho. Você vê o que dez minutos no Fantástico fizeram para mudar um hábito tão antigo.


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Regina em dois momentos: na novela As Filhas da Mãe (2001) e Vereda Tropical (1984) case (Foto: Cedoc/TV Globo)


Quando veio esta vertente engajada na sua carreira, que foi além do humor?
Regina Casé - Nunca achei que uma coisa atrapalhava a outra, mas como muitas vezes na televisão as coisas são segmentadas, acabava que a gente negociava até a porcentagem [ de esquetes e entrevistas nos programas]. Sempre fui louca pelos humoristas, pelos atores cômicos. Sempre fiz humor no teatro e em todos os lugares, era apaixonada pelo Chico Anysio, pelo Renato Aragão. Sou muito mais fascinada por atores de comédia. Todo mundo fala “Ah, o preconceito de cor é uma coisa...” Eu não gosto de falar preconceito racial porque para mim só existe uma raça, que é a raça humana. Não existe raça negra ou raça branca, mas existe muito preconceito com pessoas com a cor da pele escura, o que é um absurdo total. Existe muito preconceito também com o nordestino. Eu, apesar de carioca, sou de família nordestina de pai e mãe. Então a minha cara [circula o rosto com as mãos], tudo isto tem um estranhamento. As pessoas têm rejeição. Basta a pessoa ter um visual ou uma fala nordestina para ela ser considerada feia, ou horrorosa ou cafona. Repare uma coisa: grandes talentos, o Chico Anysio, o Renato Aragão, o Tom Cavalcanti e mais 500 outros humoristas nordestinos poderiam ter virados atores em geral. Não só segmentado no humor. Pense um pouco sobre isso. Mas todo mundo ia achar o Didi horrível, o Chico Anysio não poderia ser o galã da novela. Eu acho que, assim como a gente está vencendo o preconceito de cor, o Wagner Moura, por exemplo, com o sotaque dele de baiano, ele já consegue fazer um galã. É um fato muito marcante. Então, eu acho que o que me jogou muito para o humorismo também foi isso. Mas eu não esquento não porque eu acho mais bacana que todo mundo me ache parecida com o povo brasileiro do que me ache uma lindinha que é loirinha, de olho azul e que não parece com a gente.

brasill legal
O programa Brasill Legal foi um dos sucessos de Regina na tela da Globo (Foto: Cedoc/TV Globo)

A televisão de hoje está mais plural? Está melhor?
Regina Casé - Muito mais. Grandes avanços foram feitos. Eu acho que a gente também tem que contar as coisas que estão melhorando. E não é só o Lázaro [Ramos] ter protagonizado [novela] ou a Taís [Araújo], o Wagner Moura. Eu costumo dizer: pobre na televisão usava um casaquinho, uma boina, vinha com uma bisnaga [gesticula com a bisnaga embaixo do braço]. Ninguém morava na favela, ninguém era preto, ninguém era nordestino. Eu acho que a televisão, hoje em dia, está muito mais parecida com a gente.

Há um público novo que não chegou a ver o TV Pirata quando foi exibido, mas descobriu o programa no Youtube ou no DVD.
Regina Casé - Olha, eu parei a TV Pirata quando estava grávida da minha filha. Gravei com barrigão até o nascimento. Ela sabe vários quadros, os amigos dela falam, comentam, me mostram e perguntam milhões de coisas. Ela nem nunca viu, entendeu? Virou cult.

Você foi homenageada pela Leandro de Itaquera no carnaval de São Paulo.
Regina Casé - Foi maravilhoso e muito emocionante. Eu estou vindo de um período, que eu poderia dizer, de trevas, muito difícil. Não saí, estou saindo agora. Estou começando a respirar. Meu pai [o diretor Geraldo Case] era muito ativo, e mesmo profissionalmente era aquele cara que eu ligava todo dia para perguntar [coisas], trabalhou na Globo a vida toda. Fiquei muito perto dele nos dois anos que ficou doente. Ele morreu, alguns meses depois o meu marido [Estevão Ciavatta] sofreu um acidente muito grave, com lesão medular, perdeu todos os movimentos. E aí começou um trabalho de recuperação que agora, graças a Deus, ele está se recuperando bem. Ele é muito guerreiro. Cinco horas de fisioterapia por dia. Como tudo que eu fazia ele dirigia, produzia e tal, foi meio uma bomba atômica na vida da gente. Vamos combinar que, para uma humorista, também era difícil. Nesse contexto, e no momento mais difícil, ele tinha acabado de chegar do hospital, teve o desfile da Leandro [de Itaquera]. Era uma homenagem a mim. Uma ala só de Tina Pepper, uma ala só de TV Pirata, cada lugar que a gente fez o Central da Periferia... Foi maravilhoso! Fiquei na dúvida: vou ou não vou deixar o Estevão sozinho em casa? Eu chorei da hora que começou até a hora que acabou, foi um dos momentos mais lindos da minha vida. Não só lindo. Quando te tiram muitas coisas, quando você tem perdas, de repente você receber um “vuuum”. Aquilo deu um gás, foi maravilhoso.

Regina Casé
Regina Casé com o pessoal do Casseta e Planeta no programa Muvuca (Foto: Cedoc/TV Globo)

Você tem projetos futuros que podem ser divulgados para a gente?
Regina Casé - Muitos. Eu e Estevão pesquisamos, trabalhamos e vivemos pelo menos três vezes por semana no Saara [região de comércio popular no Rio de Janeiro]. A gente vai fazer um especial de fim de ano para agora, para dezembro, já está o roteiro pronto e tal. E também o Estevão já assinou com a Globo Filmes para fazer um filme. Eu sou uma vendedora chamada Elenice, que tem mil aventuras dentro deste universo. Universo que a gente vem pesquisando há cinco anos para revelar e mostrar. E o que a gente pretende fazer entre o especial e o filme é uma série, porque tem muito de crônica do Rio. Eu sou uma pessoa que lê todos os jornais populares, sou uma pessoa que [vê] qualquer coisa que está acontecendo no Rio de Janeiro, o meu Rio de Janeiro não é só a Zona Sul. E eu acho que o Saara meio que congrega e simboliza todas estas coisas.

Você também está envolvida em um filme sobre a história de seu avô.
Regina Casé - Estreando dia 3 de setembro [nota: a entrevista foi realizada no final de agosto] nos cinemas o “Programa Casé – O que a gente não inventa, não existe”. É um documentário que o Estevão Ciavatta fez sobre a história do meu avô, Ademar Casé, que foi um pioneiro do rádio e, principalmente, da televisão. Todo mundo fala do rádio, mas a metade do filme ele estava no primeiro programa de TV. Tem um monte de depoimentos ligados à história da televisão. O Estevão, que nunca viu o meu avô, se apaixonou. Abriu uma caixa, pegou todas as imagens. O meu avô mesmo tinha uma câmera. E o filme ficou lindo! Muito emocionante.

E a convivência com seu avô? Como é que foi?
Regina Casé - Até a morte dele eu fazia muito mais teatro, não fazia televisão. E ele achava que eu devia fazer televisão, e eu era apaixonada pelo grupo de teatro, era uma coisa alternativa e meu avô falava: “Mas isso aí não dá dinheiro, isso aí não resolve. Tem que ser para muita gente. Quantas pessoas vão ver esta peça?”. Ele tinha muito esta visão. Tomara que, de alguma maneira, ele perceba tudo que foi acontecendo. Mas eu tenho mais projetos.

Mais? Quais são?
Regina Casé - Estou louca para fazer teatro. Em 2011 eu quero voltar a fazer teatro. Também tem várias coisas ligadas a Um Pé de Que?, que está comemorando 10 anos. A gente estreia uma série feita no Japão. Também estamos preparando um site gigantesco junto com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro para aproveitar toda essa pesquisa e informação de dez anos de programa. Se você achou uma árvore na rua, você vai conseguir identificar esta árvore. E também estamos lançando uma série grande de livros, os três primeiros a gente vai publicar agora, são adaptações [dos programas] com quadrinhos, com ilustração para crianças e adolescentes. O primeiro é O Pau Brasil, o segundo é A Seringueira. Esses dois já estão prontos e estão lindos!

Paulo Betti e Aparecida Petrowky estão se conhecendo melhor, diz jornal

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O veterano e a novata, que fez a Sandrinha de 'Viver a Vida', estariam tendo um romance.

http://ego.globo.com/Gente/foto/0,,43111773-GDH,00.jpg

Paulo Betti e Aparecida Petrowky, que fez a Sandrinha de "Viver a Vida", estão tendo um romance. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal "O Globo", os dois atores, que tem uma diferença de idade de 20 anos, estariam se conhecendo melhor.

Há um mês atrás, a atriz comemorou seu aniversário com o também atoir Paulo Viela, seu namorado na época. Será que a fila andou para Aparecida?

Henri Castelli e Fernanda Vasconcellos assistem a peça em São Paulo

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Casal conferiu o espetáculo 'Os 39 Degraus' na noite da última segunda-feira, 31.

O ator Selton Mello conferiu o espetáculo "Os 39 degraus", protagonizado pelo irmão, Danton, na noite da última segunda-feira, 30, no teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo. Também conferiram o espetáulo o ator Henri Castelli e a namorada, Fernanda Vasconcellos, a atriz Paula Burlamaqui e o ex, Daniel Alvim.

Manuela Scarpa/Photo Rio News
Fernanda Vasconcellos e Henri Castelli

Manuela Scarpa/Photo Rio News
Selton Mello

Manuela Scarpa/Photo Rio News
O ator Danton Mello

Manuela Scarpa/Photo Rio News
Paula Burlamaqui e o ex-namorado, Daniel Alvim

Jesse James é flagrado aos beijos com a nova namorada

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Ex de Sandra Bullock aproveitou o final de semana ao lado da tatuadora Kat Von D

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/foto/0,,43082179,00.jpg

Jesse James e Kat Von D parecem não estar mais preocupados em manter o romance em segredo. De acordo com o blog "TMZ", os dois foram flagrados aos beijos enquanto a tatuadora se prepara para embarcar de volta para Los Angeles na última segunda-feira (30) depois de aproveitar o final de semana o lado do namorado. O motociclista, que se mudou para o Texas para que seus filhos possam estar perto de sua ex-mulher Sandra Bullock, passeou de mãos dadas com Kat e a levou para andar de moto.

A tatuadora ficou famosa por ter integrado o elenco do reality show "Miami Ink" e "Los Angeles Ink". Há cerca de duas semanas, ela fez um post em sua página no Twitter e comentou brevemente sobre seu envolvimento com o ex de Sandra Bullock. "Sim, Jesse e eu estamos saindo." Embora os dois tenham sido vistos juntos, seus representantes não quiseram falar sobre o romance.

Reprodução

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